sábado, 12 de março de 2011
Sem gratidão pela vida... não há cura para inveja!
sábado, março 12, 2011 Posted by: Caminho em Big Field., 0 comments
Como vencer a inveja?
Vendo Pedro a este, disse a Jesus: Senhor, e deste que será? Disse-lhe Jesus: Se eu quero que ele fique até que eu venha, que te importa a ti? Segue-me tu. (João 21.21-22)
O que Cristo ensinou a Pedro quando o advertiu com a frase “o que te importa a ti? Segue-me tu”?
Jesus ensinava a Pedro a não se preocupar com o que aconteceria ao outro, no caso em questão, a João, outro discípulo. Jesus falava acerca do mal causado pelas comparações.
As comparações são solo fértil para a inveja. É nesse solo que um ser passa a viver em referência ao panteão dos outros. A inveja nasce quando falta gratidão a Deus, satisfação por quem se é.
Vendo Pedro a este, disse a Jesus: Senhor, e deste que será? Disse-lhe Jesus: Se eu quero que ele fique até que eu venha, que te importa a ti? Segue-me tu. (João 21.21-22)
O que Cristo ensinou a Pedro quando o advertiu com a frase “o que te importa a ti? Segue-me tu”?
Jesus ensinava a Pedro a não se preocupar com o que aconteceria ao outro, no caso em questão, a João, outro discípulo. Jesus falava acerca do mal causado pelas comparações.
As comparações são solo fértil para a inveja. É nesse solo que um ser passa a viver em referência ao panteão dos outros. A inveja nasce quando falta gratidão a Deus, satisfação por quem se é.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Jorge Camargo: Letra Morta.
quinta-feira, março 03, 2011 Posted by: Caminho em Big Field., 0 commentsquarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Imagine...
quarta-feira, fevereiro 16, 2011 Posted by: Caminho em Big Field., 0 comments "E nela não vi templo, porque o seu templo é o Senhor Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro."
(Apocalipse 21 : 22)
sábado, 5 de fevereiro de 2011
O evangelho "evangélico" tupiniquim e o Evangelho de Jesus
sábado, fevereiro 05, 2011 Posted by: Caminho em Big Field., 0 comments
Há muito tempo as coisas não andam bem por aqui. A começar pela importação cultu-ral oriunda dos países de origem dos missionários protestantes que a trouxeram na baga-gem junto com a pregação bíblica, não diferenciando muito bem uma coisa da outra, de sorte que até hoje esse é um problema ainda a ser resolvido plenamente no Brasil.Aliado a essa questão de natureza eclesiástica muitos outros fatores vieram a reboque, tais como: Analfabetismo escriturístico, alienação político-social, santidade dos trajes, piedade esotérica, tradicionalismo denominacional, formalidade burocrática na liturgia confessional, clericalismo institucional, convenções religiosas multicoloridas, miopia histórica do tempo coetânea, igrejas-guetos auto-centradas e divorciadas do convívio público da sociedade maior, seminários teológicos do saber esquizofrênicos em relação a quase tudo que Jesus viveu e ensinou ensinando seus postulados segundo os conceitos gregos “hermes-nêuticos” e não pelo príncipio-crivo do Mestre, descompostura ética aos valores do EVANGELHO pelos próprios “evangélicos”, aculturação do pragmatismo hedo-nista , além de diferentes congêneres não aquilatados neste corrente texto sumário.
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