Caio Fábio
Sobre CENSO de membros e IBGE celestial no Caminho da Graça.
Assim que me converti, em meio a uma adolescência aflita, entreguei-me à devocionalidade pessoal e li quase a Bíblia toda.
Depois, me indicaram uma igreja. Eu fui.
Cheguei e já "superava os de minha idade" em relação ao conhecimento e à experiência íntima com Jesus.
Daí eu passei a desejar que todos experimentassem isso, e de pronto, com 15 anos, assumi a presidência de adolescentes da IPI.
De uns 15 jovenzinhos, eleitos por Calvino filhos de Deus de nascimento, passamos para uns 50 rapidamente, vindo todos do lado de fora do portão.
E foi aí que eu virei 'evangélico'...rsrs... Sim! Para manter o desempenho e a popularidade, eu virava o mundo do avesso, ligava pra todo mundo, mandava buscar, fazia jantares, sorvetadas, caldo verde, gincanas, shows de música, retiros, retiros, retiros...
Foi bom, mas perdi as primeiras referências de fé: que é viver a vida cristã para além das agendas de culto e reuniões.
Fui eleito, 3 anos depois, presidente de Mocidade; e aí que eu me tornei um 'promoter' mesmo... rs
Éramos quase 100 jovens (tirando adolescentes, jovens casados, e adultos que andavam com a gente) e vivíamos numa animada confraternização.
Mas uma coisa feia cresce na gente, sem que disso você se aperceba: Orgulho. A sensação de que "fui eu quem fiz!", sabe?



