quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Não contamos ninguém, mas contamos com todos!

quinta-feira, dezembro 15, 2011 Posted by: Caminho em Big Field., 0 comments

"No dia em que se fizer a "conta" de quantos sejam os membros do "Caminho da Graça", nesse dia o "Caminho da Graça" acabou."
Caio Fábio

 


Sobre CENSO de membros e IBGE celestial no Caminho da Graça.

Assim que me converti, em meio a uma adolescência aflita, entreguei-me à devocionalidade pessoal e li quase a
Bíblia toda.

Depois, me indicaram uma igreja. Eu fui.

Cheguei e já "superava os de minha idade" em relação ao conhecimento e à experiência íntima com Jesus.

Daí eu passei a desejar que todos experimentassem isso, e de pronto, com 15 anos, assumi a presidência de adolescentes da IPI.

De uns 15 jovenzinhos, eleitos por Calvino filhos de Deus de nascimento, passamos para uns 50 rapidamente, vindo todos do lado de fora do portão.

E foi aí que eu virei 'evangélico'...rsrs... Sim! Para manter o desempenho e a popularidade, eu virava o mundo do avesso, ligava pra todo mundo, mandava buscar, fazia jantares, sorvetadas, caldo verde, gincanas, shows de música, retiros, retiros, retiros...

Foi bom, mas perdi as primeiras referências de fé: que é viver a vida cristã para além das agendas de culto e reuniões.

Fui eleito, 3 anos depois, presidente de Mocidade; e aí que eu me tornei um 'promoter' mesmo... rs

Éramos quase 100 jovens (tirando adolescentes, jovens casados, e adultos que andavam com a gente) e vivíamos numa animada confraternização.

Mas uma coisa feia cresce na gente, sem que disso você se aperceba: Orgulho. A sensação de que "fui eu quem fiz!", sabe?


sábado, 10 de dezembro de 2011

BROTA, Ó POÇO! ENTOAI-LHE CÂNTICOS!

sábado, dezembro 10, 2011 Posted by: Caminho em Big Field., 0 comments












terça-feira, 6 de dezembro de 2011

O PERFUME DAS MERETRIZES

terça-feira, dezembro 06, 2011 Posted by: Caminho em Big Field., 0 comments


 Ed René Kivitz


De repente entra na sala uma mulher de reputação pra lá de duvidosa e caminha segura na direção de Jesus. Sem a menor cerimônia, ajoelha-se atrás dele e lava-lhe os pés com lágrimas. Usa os cabelos como toalha, e derrama sobre os pés secos o perfume que enche a casa de cheiro de cabaré. Jesus não se faz de rogado: entrega os pés aos beijos da mulher.

Os estreitos de plantão não perdem tempo. Criticam o desperdício de perfume, sugerindo que poderia ser transformado em pão para os pobres, e fazem questão de anunciar em alto e bom som que se trata de uma mulher de péssima reputação, pecadora, disseram. Por trás das palavras a respeito da mulher está uma implícita condenação a Jesus: se fosse profeta saberia que a mulher não presta; se fosse sério não se deixaria tocar daquele jeito; se fosse dos nossos condenaria a mulher de vida fácil.

Mas Jesus é diferente. Não é dos nossos. Jesus aceita o perfume das prostitutas. Já consigo ouvir a observação dos estreitos de hoje: é verdade, mas a mulher abandonou aquela vida... Sei não. Tudo quanto Jesus lhe diz é “seus pecados estão perdoados”, pois a demonstração de amor estava proporcional ao alívio da culpa: a quem muito é perdoado, muito ama. E Jesus se despede da mulher: “Sua fé a salvou, vá em paz”.

Via de regra os beatos não aceitam o perfume das pecadoras. E quando aceitam querem se certificar de que já mudaram de vida ou pretendem mudar. Essa é a face mais sombria do cristianismo institucionalizado: impor sua moral, enclausurar o amor de Deus e a graça do Cristo. Será o caso de “deixarmos” que a graça faça seu caminho dentro das pessoas, e as pessoas façam seu caminho por dentro da graça? Será que conseguimos acreditar que Deus trata com os pecadores, e o faz aceitando seu perfume? Ou preferimos controlar os pecadores, exigindo que se enquadrem em nossas estreitas molduras morais, em vez de lhes dar espaço para a transformação de dentro para fora?

Onde foi que esconderam o Deus que aceita o perfume das meretrizes?



Título Original: perfume de mulher. Em www.edrenekivitz.com


sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Aos meus amigos otários...

sexta-feira, dezembro 02, 2011 Posted by: Caminho em Big Field., 0 comments

Para meus amigos otários, que desperdiçam seus talentos, dinheiro e tempo em causas perdidas, seja em países africanos oprimidos, seja nas ruas de nossas cidades, nos guetos e becos da vida, nos corredores dos hospitais ou onde quer que se encontrem causas que não valem a pena...

Abraços,

Tato | Caminho no Sul




Engenheiros do Hawaii cantando "Dom Quixote"