terça-feira, 17 de setembro de 2013
TODO GAY ESTÁ NO INFERNO PRA VOCÊ?
terça-feira, setembro 17, 2013 Posted by: Caminho em Big Field., 0 comments
Hoje alguém no meu programa Papo de Graça na Vem&Vê TV
disse que estava decepcionado comigo, que sou um "liberal", pois
disse a um gay-gay, que confessa não conseguir não ser o que é, que, então,
pelo menos não se entregue à promiscuidade; antes saiba ser senhor do seu
próprio corpo, conforme I Tess 4.
Não adianta! Na
média, os "evangélicos" acreditam de fato que se o cara for gay já
está no inferno! Ser gay é uma espécie de pecado sexual contra o Espírito
Santo, anunciam sem assim dizer boa parte dos "evangélicos".
Ora, eu jamais serei
assim; não importa como queiram me rotular!
Resumindo...
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
A IDOLATRIA DO CONSUMO
quarta-feira, setembro 11, 2013 Posted by: Caminho em Big Field., 0 comments"O ESPAÇO URBANO TROUXE CONSIGO A EMBALAGEM E O LIXO DOS PRODUTOS DE MERCADO."
A habitação dos seres humanos em comunidades urbanas é um processo irreversível. Intensificado a partir da Revolução Industrial do século 18, o fenômeno da urbanização logo se mostrou irreversível – 80% da população brasileira, por exemplo, vive nas cidades. E, no espaço urbano, a vida vai se tornado atrativa e ao mesmo tempo complexa. As cidades modernas são um encanto tecnológico: aviões cruzam os céus acima de monumentais blocos de apartamentos; trens e metrôs atravessam trilhos em alta velocidade, enquanto os shoppings, templos suntuosos do consumo, viraram espaços de convivência que exercem uma atração irresistível.
Ao mesmo tempo, o espaço urbano trouxe
consigo a embalagem e o lixo dos produtos de mercado. O mundo urbanizado
aglutinou e incrementou a violência, acentuando a miséria e popularizando a
fome. As metrópoles concentraram a riqueza e criaram novos atores sociais. A
criminalidade, fenômeno decorrente das desigualdades e da cegueira social, é um
câncer que cresce sem controle nos grandes e pequenos espaços urbanos, acuando
seus habitantes e criando guetos impenetráveis ao poder público. E, neste mesmo
espaço, homens e mulheres buscam viver com dignidade, mas são impedidos pelos
poderes e potestades deste século.
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
"Vamos precisar de todo mundo"
segunda-feira, setembro 09, 2013 Posted by: Caminho em Big Field., 0 comments
Amigos e parceiros do Instituto Religar Rio precisamos da
ajuda de todos vocês!Estamos pra começar um trabalho num orfanato que fica localizado em Santa Cruz/RJ. Estaremos lá atendendo crianças órfãs de pais vivos mais que estão presos. Essas crianças precisam de ajuda, precisam de amor, precisam de você, precisa de mim.
Por favor, nos ajudem! Mobilizem seus amigos de escola, curso, faculdade, sua igreja, sua família, seus amigos de trabalho, mas por favor, nos ajudem! Ajudem-nos a ajudar essas crianças!
terça-feira, 3 de setembro de 2013
DECISÕES DE VIDA E MORTE NO DIA A DIA DO CAMINHO NAÇÕES - Marcelo Quintela
terça-feira, setembro 03, 2013 Posted by: Caminho em Big Field., 0 comments
Projeto Oásis no Deserto | Decisões de vida e morte no dia a dia do Caminho Nações
DECISÕES DE VIDA E MORTE NO DIA A DIA DO CAMINHO NAÇÕES
Um sacrifício, uma salvação, um orfanato!
Ano de 2012. Sul da Nigéria.
Caso:
Michael, 7 anos, “criança-bruxa” resgatada pela equipe Way to
the Nations (Caminho-Nações) na África.
Ele
que nos procurou com a cabeça rajada vazando a ferida de uma pancada tomada com
uma barra de ferro. Michael. Vamos salvar o Michael. É para isso que o
Leonardo, diretor na Nigéria, está programado aqui no Campo.
Mas a polícia mandou devolver o Michael ao pai que o expulsara de casa. O pai foi obrigado a receber de volta o suposto causador de sua miséria, o menino que amaldiçoou sua casa e impedia a prosperidade prometida nos “sacrifícios” encomendados no templo “evangélico” que alimentava as loucuras dessa superstição (UNICEF, 2010).
Michael tinha medo do pai. Michael não tinha mãe. Michael só tinha a gente. Mas a gente cumpriu a ordem policial. Estigmatizar crianças na Nigéria agora é crime. Mas é lei de papel. Nossa equipe suspeitava de maus-tratos persistentes. Tivemos que manter o menino sob fiscalização nessa volta ao “lar”.
Leonardo
foi vê-lo, então. O jovenzinho estava jogado na lama em frente sua casa, tratado
feito um cão. Entrevistado, dizia baixinho e assustado que durante o dia era
posto para fora, e durante a noite seu pai o trazia para dentro. Ele estava com
fome, com sede, sem roupas. O Leonardo não pensou duas vezes e seguiu seu
instinto: vamos levá-lo daqui agora!
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