Por exemplo, o amor entre um homem e uma mulher não tem Nele um poema, uma fala, um discurso. E acerca de sexo (outro campeão de audiência entre nós), Ele falou quando forçado pelas circunstâncias ou em razão de questões de outros.
Porém, por Ele, espontaneamente, tais temas não foram propostos.
O mesmo não se pode dizer da ansiedade.
A ela Jesus reserva significativo espaço no bojo de Seu ensino essencial: o Sermão do Monte.
De fato, isoladamente, é o assunto tratado de modo mais ilustrado e longo em todo o sermão (Mateus 5 - 7).
E por quê? Ora, as razões são muitas. E os básicos logo as associam às dificuldades da existência em todos os tempos; os psicólogos não resistem à tentação de associá-la ao mundo estressado no qual todos vivemos; tratando, assim, não da própria ansiedade, mas dos agentes contemporâneos de sua emulação.
De fato, há muitas causas secundárias quando se pensa em ansiedade. No entanto, no curto espaço deste texto, quero apenas falar acerca de três causas essenciais.






