sexta-feira, 11 de julho de 2014

É triste que já estejam com o saco cheio dessa história de criança africana morrendo de abusos mil...

sexta-feira, julho 11, 2014 Posted by: Caminho em Big Field., 0 comments


É triste quando pedem para que não falemos mais no assunto...

Confesso que fico triste quando ouço alguém dizer "Pois é, é feio essa coisa, mas essa feiúra acontece aqui e em todo lugar" como uma desculpa para nada fazer, como todas as desculpas são, covardes, feita a do Intérprete da Lei "Quem é meu próximo?", apenas como pergunta-desculpa para não re-conhecer os próximos na caminhada da vida.

É triste quando acham que entupimos o Facebook disso porque é um bom assunto e não por causa das crianças que precisam de socorro. E triste quando desvalorizam o que é feito por não estar sendo feito pela agência preferida e mais triste ainda quando não estendem a mão porque não é da denominação e podem se complicar por se envolver com gente que consideram tão equivocadas em seus modos de agir e crer, como quem diz: quem não é por nós, bom, melhor manter distância destes.

É triste quando dizem que é preciso resgatar as crianças à nossa volta antes, como se resgatassem, como se a casa deles estivesse cheia de filhinhos adotivos sendo tratados com carinho ou como se estivessem nas lutas por direitos de pequenos ao redor deles, a começar pelos de suas próprias casas. Como se não soubessem que estamos fazendo isso com muita força, que não seríamos loucos de cruzar o oceano sem que aqui tivesse sendo feita alguma coisa há tempos. Como se a criança de lá fosse obrigada também a esperar por socorro, como quem diz: "Calma aí, negrinho, estamos dando prioridade às recomendações dos adultos de cá... Lute para não morrer enquanto nos espera. Para que não falem que nós cuidamos de vocês sem cuidar das nossas e nos queimem o filme". Não! Isso é absurdo.

É triste tantos voluntários de momento. De fotos e vídeos, que escrevem entusiasmados para fazer parte de tudo antes de conhecer os desafios propostos. Quantos e-mails que chegam aos montes com currículos e tudo o mais, mas que se escondem quando ouvem dos perigos, da grana ou quando se pede para que ajudem em eventos simples, na arrecadação de alimentos, em ligações, coisas do dia-a-dia sem as quais nada é possível, mas destas não se filma ou tira foto. É um voluntariado invisível. E por ser, pulam do barco.

É triste que você ao ler sobre a indiferença de muitos, não reflita em si mesmo e diga que isso acontece por ser no país do futebol, culpa da Copa, do governo, da igreja, de Deus, do diabo, da divisão de classes, do comunismo que assolou a terra, do capitalismo que ferrou a todos, da falta de educação, da religião, do inferno, da mãe Joana, como quem, apesar dessas coisas todas, não compra a briga para si. Não deixa o discurso de lado para pôr a cara na frente da bala. Encontra desculpas para não encontrar-se. Apesar de reconhecer o mal no mundo, não luta para combatê-lo nas trincheiras do viver à sua volta, com o que pode, como pode. Triste idealista das palavras.

É tudo muito triste.

Mas a gente vence a tristeza, fabricando esperanças."

Gito.
Há 07 dias de embarcar para a Nigéria.


quinta-feira, 3 de julho de 2014

NÃO VENHA PRO CAMINHO COM ESPÍRITO DE FARISEU:FILHO DE ZEUS!

quinta-feira, julho 03, 2014 Posted by: Caminho em Big Field., 0 comments

Há muita “igreja Evangélica” disponível e para todos os gostos; exceto para quem tem bom gosto e deseja sentir o simples gosto do Evangelho.

Portanto, fica aqui um pedido: quem for ou tiver sido “evangélico”, ou tiver tido “trauma evangélico” e tenha ficado amargurado, crítico, desconfiado, e cínico, não procure o “Caminho da Graça”; pois, não temos tempo a perder com gente que deseja “Reformar o Sinédrio Evangélico” e pensa que esta é nossa intenção; e não é.

“Reformar o Sinédrio Evangélico” é sonho de fariseu; sonho esse que Jesus nunca sonhou; por isto mesmo nada fez a respeito!

Tenho dito que é mais fácil haver uma “reforma na igreja católica”, em razão de sua centralização e identificabilidade histórica, do que entre os “amorfos-evangélicos”, que são como uma Hidra de muitas cabeças-loucas; e que sofrem da Síndrome de Babel: não falam em “outras línguas as grandezas de Deus” (Pentecoste), mas sim “suas próprias línguas”; e é apenas para expressar seu descontentamento essencial com a vida e com tudo. Esses falam a “língua” que Tiago disse que está “inflamada pelo inferno” e que tem o poder de “destruir toda a carreira de um ser humano”; sem falar que de tais “línguas ambíguas”, tanto jorra o que é “doce” (como média; na minha presença), como também o que é “amargoso” (sempre na minha ausência).

Por esta razão, a esses eu digo: “Amigos! Obrigado pela sua ajuda, mas eu passo...”


Vem e vê!

quinta-feira, julho 03, 2014 Posted by: Caminho em Big Field., 0 comments



sexta-feira, 27 de junho de 2014

A PEDOFILIA TEM UM PAI

sexta-feira, junho 27, 2014 Posted by: Caminho em Big Field., 0 comments

O ladrão “... vem para matar, roubar e destruir”...

Todo pedófilo é um ladrão. Ladrão de vida, de escolha e de futuro. Ladrão de inocência. Ladrão de ideal. Ladrão e seguindo as pulsões do Grande Ladrão.

Portanto: A Pedofilia é do diabo!

Que mais posso eu dizer? Que termos a usar? Que adjetivos ou filosofias a recorrer? Não! De fato não possuo tal recurso no dizer! Sim! Pois, por todos os ângulos que olhe, sejam eles de natureza filosófica, psicológica, teológica e social, o que vejo é a mesma coisa: A Pedofilia é do diabo! 

Sim! O que dizer de um adulto que seduz, engana e, por vezes, força ou ameaça uma criança a fim de se servir dela sexualmente?

Cresci vendo os efeitos da Pedofilia nos meninos de minha terra, no Amazonas. E nem sempre eram homens adultos abusando de menores, pois, efeitos catastróficos atingem as crianças do mesmo modo quando um menino maior, ou mesmo um adolescente, se serve sexualmente de um vizinho ou coleguinha bem mais novo.

Enquanto eu mesmo crescia acompanhei durante anos a evolução de meninos normais, embora fracos psicologicamente, que foram abusados, e acabaram por se acostumar ao abuso, vindo a tornarem-se homossexuais viciados em razão de tal interferência na infância.