quarta-feira, 27 de maio de 2015

Projeto ECO-RELIGAR | SOS Religar - Doe.

quarta-feira, maio 27, 2015 Posted by: Caminho em Big Field., 0 comments

O “Projeto ECO-RELIGAR” tem como finalidade a implantação de um viveiro de produção de mudas nativas em parceira com proprietários rurais parceiros da SOS RELIGAR, que tem objetivo de INTEGRAR e RELIGAR o homem a natureza.

Isto tudo no Sertão semi-árido do Brasil!...

Você pode nos ajudar?

Nossas atividades mês a mês sobrevivem porque você acredita.

Doe!


www.sosreligar.org


quinta-feira, 14 de maio de 2015

EU CREIO EM JESUS SE ELE NÃO PASSAR DOS LIMITES...

quinta-feira, maio 14, 2015 Posted by: Caminho em Big Field., 0 comments

João 8.

Pessoas podem “aceitar” coisas em nome de Deus por razões que não se pode explicar...

Jesus nos mostra como por trás de decisões humanas importantes na maioria das vezes a motivação é perversa...

Por exemplo, em João capitulo oito, Jesus diz coisas subjetivas e difíceis de entender, e, o resultado, é que os judeus que antes indagavam quem Ele era e por que dizia o que dizia, de súbito dizem agora “crer” Nele.

A esses tais Jesus disse que eles deveriam permanecer em Seus palavras a fim de que de fato se tornassem Seus discípulos [nada mais natural e óbvio...]; e acrescentou que se permanecessem em Sua Palavra eles haveriam de conhecer a verdade no intimo, e que a verdade os libertaria...

Quando Jesus usou o verbo “libertar”, eles, os judeus que haviam crido Nele, de repente se eriçaram...

Indagaram...

Nós somos descendentes de Abraão, já sobrevivemos a todos os cativeiros e dominios imperiais sem nos rendermos, e agora nem os romanos nos escravizam a alma, como pode você dizer que seremos libertos, se nunca fomos escravos?

Jesus explicou que falava de escravidão interior, do pecado... No entanto, o condicionamento cultural, político, ideológico, étnico, racial, genético, etc. — eram elementos mais fortes neles do que a tal da nova fé em Jesus.

Reagiram... Zangaram-se... Ficaram brabos...

Jesus replicou... Não deixou passar... Prosseguiu... Provocou...

O assunto do pedigree continuou...


quinta-feira, 7 de maio de 2015

Deus me proteja de mim de Chico César

quinta-feira, maio 07, 2015 Posted by: Caminho em Big Field., 0 comments

"Deus me proteja de mim, e da maldade de gente boa e da bondade da pessoa ruim. Deus me governe e guarde ilumine e zele assim"


quarta-feira, 29 de abril de 2015

Vingança, justiça e graça

quarta-feira, abril 29, 2015 Posted by: Caminho em Big Field., 0 comments

Philip Yancey em "Rumores de Outro Mundo

Quando o mundo vê a graça em ação, fica em silêncio. Mandela ensinou ao mundo uma lição sobre a graça quando, após ser eleito presidente da África do Sul e depois de 27 anos de prisão, convidou seu carcereiro a juntar-se a ele no palanque de posse. Então, convidou o arcebispo Desmond Tutu para chefiar uma equipe do governo com um nome bastante imponente: Comissão da Verdade e Reconciliação. Mandela procurou neutralizar o processo natural de vingança que ele vira em tantos países, onde uma raça ou tribo oprimida toma o controle da outra. 

Durante os dois anos e meio seguintes, os sul-africanos ouviram relatos de atrocidades chegando às audiências da Comissão da Verdade e Reconciliação. As regras eram simples: se um policial, ou oficial do exército, branco, enfrentasse voluntariamente seus acusadores, confessasse seu crime e reconhecesse totalmente a culpa, poderia não ser julgado e punido por aquele crime. Partidários de procedimentos mais duros reclamaram da evidente injustiça de deixar criminosos sair livres, mas Mandela insistiu que o país precisava muito mais de restauração que de justiça. 

Em uma audiência, um policial chamado Van de Broek relatou um incidente no qual ele e outros policiais fuzilaram um garoto de 18 anos de idade e incendiaram seu corpo, virando-o sobre o fogo como um pedaço de churrasco a fim de destruir qualquer evidência. Oito anos mais tarde, Van de Broek voltou à mesma casa e capturou o pai do rapaz. A esposa foi forçada a assistir a tudo, enquanto policiais amarravam seu marido a uma pilha de madeira, jogavam gasolina em seu corpo e ateavam fogo. 

A sala do tribunal ficou em absoluto silêncio quando a mulher, já idosa, que perdera primeiro o filho e depois o marido, teve a oportunidade de responder. O juiz perguntou: "O que a senhora deseja para o sr. Van de Broek?". Ela disse que queria que Van de Broek fosse ao lugar onde tinha queimado o marido dela e reunisse suas cinzas, de modo que ela pudesse lhe dar um funeral decente. Cabisbaixo, o policial balançou a cabeça concordando.

Então ela fez um pedido adicional: "O senhor Van de Broek tirou minha família inteira, mas ainda tenho muito amor para dar. Duas vezes por mês, gostaria que ele viesse ao gueto e passasse um dia comigo, a fim de que eu possa ser uma mãe para ele. E gostaria que o sr. Van de Broek soubesse que foi perdoado por Deus e que eu também lhe perdoo. Eu gostaria de abraçá-lo, para que ele soubesse que meu perdão é verdadeiro". 

De forma espontânea, algumas pessoas na sala do tribunal começaram a cantar "Amazing Grace", enquanto a anciã se dirigia até o local das testemunhas, mas Van de Broek não conseguiu ouvir o hino. Havia desmaiado, pasmo com o que acontecera. 

A justiça não foi feita naquele dia na África do Sul, nem em todo país durante os angustiantes procedimentos da Comissão da Verdade e Reconciliação. Ocorreu, sim, algo além da justiça. Paulo disse: "Não se deixem vencer pelo mal, mas vençam o mal com o bem". Nelson Mandela e Desmond Tutu compreenderam que, sempre que o mal é feito, somente uma reação pode vencê-lo. A vingança perpetua o mal. A justiça o pune. O mal só é vencido pelo bem se a parte ferida o absorve, recusando-se a permitir que siga adiante. E assim funciona a graça sobrenatural que Jesus demonstrou em sua vida e morte. 




Não há nada que nos possa salvar
Nós, que merecemos morrer, precisamos de um milagre

W. H. Auden